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Escolha bem a sua escova de dente

Se você é o tipo de pessoa que, para escolher qual escova de dente comprar, leva em consideração apenas aspectos como preço, “beleza da escova” e marketing da mídia, está na hora de rever seus conceitos e ouvir o que os especialistas no assunto têm a dizer.

Muitos fabricantes produzem escovas com uma série de “atrativos” para chamar a atenção do consumidor, tais como: cabo anatômico revestido; cabeça angulada; raspador de língua atrás da cabeça; cerdas onduladas; multicolorido ou até mesmo desenhos de personagens infantis.

Diante de uma prateleira de supermercado ou farmácia com tantas opções, não é de se espantar que o consumidor fique em dúvida sobre qual produto levar para casa. Por esse motivo, o recomendado é que ele deixe um pouco de lado esses critérios secundários e foque no que realmente importa: a eficácia da escova.

Há vários tipos de escova dental, mas cada tipo possui uma finalidade específica. Um modelo recomendado para um tipo de pessoa, nem sempre é o recomendado para outra. Por isso segue abaixo uma pequena lista para guiar e facilitar a sua escolha:

Escova de Cerdas Macias: É sem dúvida a escova ideal, recomendada para a grande maioria dos casos. A escova de cerdas macias, ao contrário da de cerdas duras, não fere a gengiva nem desgasta o esmalte dental durante o ato de escovar os dentes. Além de serem macias, as cerdas devem estar dispostas de forma homogênea, ou seja, todas na mesma altura, e terem pontas arredondadas.

Devemos também prestar atenção em outras características das escovas dentais: escolha sempre as que tiverem a parte ativa (cabeça) pequena, semelhante a uma escova infantil; cabo reto ou com leve angulação que permita a execução correta dos movimentos e de preferência que não haja material emborrachado como revestimento, pois esse tipo de material favorece a proliferação de microrganismos como bactérias e fungos.

Escova de Cerdas Médias ou Duras: Se os dentistas quase sempre recomendam escovar os dentes com escovas macias, por que então existe no mercado escovas com cerdas “duras” para se vender? A resposta é simples: esse tipo de escova é recomendado para escovar as próteses removíveis (dentaduras). Como a higienização da prótese é feita fora da boca, não há risco de ferir a gengiva, portanto não há problemas em se utilizar escovas de cerdas médias ou duras para esse processo.

Escova Elétrica: Apesar de terem custo elevado, são indicadas para pessoas com dificuldade motora, tais como portadores de necessidades especiais ou idosos, dando-lhes autonomia na higienização bucal. Mas não são recomendadas para pessoas sem esse tipo de problema, para que não ocorra perda da habilidade de escovação.

Escova Ortodôntica: Se você utiliza aparelho ortodôntico, esse tipo de escova com cerdas em formato de “V” pode ser interessante, pois ela permite alcançar a sujeira que está localizada além do fio de aço e dos bráquetes.

Escova Interdental ou Unitufo: Algumas pessoas tem retração gengival – problema que provoca o “afastamento” da gengiva em relação ao dente – Nesse caso, acontece a criação de espaços entre os dentes, nos quais as cerdas de uma escova comum não conseguem penetrar adequadamente para fazer uma limpeza eficaz.

Para essas situações pode ser útil o uso de escovas interdentais ou unitufos a depender de cada caso. Mas vale lembrar que esse tipo de escova só deve ser utilizado com orientação profissional.

Vale salientar que, não obstante a escolha correta da escova dental, alguns cuidados devem ser observados para garantir a eficácia desse precioso instrumento de higiene bucal:

– Higienização da escova: após escovar os dentes a escova também deve ser limpa. Remova todo o resíduo de creme dental das cerdas na água corrente, seque bem e somente a guarde após esses cuidados. Caso a escova não seja adequadamente higienizada e seca após o uso, ocorrerá proliferação de bactérias e fungos.

– Armazenamento: a escova de dente não deve ficar exposta em cima da pia. Prefira guardá-la em locais fechados como armário ou gaveta. Utilize também capas plásticas de proteção (para proteger as cerdas) que são facilmente encontradas em supermercados.

Se você costuma levar sua escova na bolsa ou mochila para o trabalho, escola, etc., adquira caixinhas de transporte na qual sua escova poderá ficar protegida do meio externo.

– Duração: a escova deve ser trocada no máximo após 3 meses de uso ou antes disso caso as cerdas estejam amassadas, desalinhadas e abertas (pois ao perder a forma, a escova também perde sua eficácia).

– Gripe, resfriado ou dor de garganta: depois de uma gripe ou doença infectocontagiosa, para diminuir o risco de nova reinfecção, a escova também deve ser trocada (mesmo que as cerdas ainda estejam em boas condições ou ainda não tenha passado o período de 3 meses).

Lembre-se também que de nada adianta adquirir uma boa escova de dente se a pessoa não possui uma boa técnica de escovação. Em todo o caso, o cirurgião-dentista é o profissional mais habilitado a tratar desse tipo de questão e deve ser procurado e consultado em caso de dúvidas.

Publicado em : 27/08/2018

Fonte : Paraibaonline.com.br

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